Procurar

Tabilo, autocrítico com seu tênis apagado diante de Zverev: “Entro tenso, nervoso”

Tabilo Zverev
Alejandro Tabilo in the Arthur Ashe Stadium / JULIO TAPIA
Share on:
Facebook
Twitter
LinkedIn

NOVA YORK — Alejandro Tabilo foi autocrítico após sua atuação apagada no Arthur Ashe contra o alemão Alexander Zverev.

“Quando jogo essas partidas, saço tenso, nervoso. Foi um começo muito feio, não estava sentindo a bola de jeito nenhum, meu saque estava terrível. Quando não estou sacando bem, começo a ficar tenso no fundo da quadra. Tenho que trabalhar o lado mental”, admitiu após a derrota por 6-2, 7-6 (7-2) e 6-2 na terceira rodada do US Open.

Um déjà vu de sua derrota para o número 2 do mundo um ano atrás: três sets, poucas oportunidades, muitos erros e um estádio tão grande que o fazia se sentir pequeno.

Quinze games de tênis insosso se passaram. Só no 3-4 do segundo set Tabilo mostrou alguma reação, quando quebrou com um passing shot de direita em corrida que celebrou efusivamente com sua equipe, posicionada exatamente do lado oposto de onde acertou a bola vencedora.

Parecia que finalmente estava entrando na partida: Zverev mostrava sinais de cansaço após duas primeiras rodadas que haviam terminado perto das duas da manhã, gesticulando com desconforto em direção ao seu box. Mas o número 1 do Chile cometeu alguns erros imperdoáveis no tie-break.

“Estava conversando com o Juanpi (seu técnico Juan Pablo Gándara) no vestiário — tenho que sair um pouco mais querendo matar. Eu o tinha ali; só precisava ser um pouco mais agressivo”, admitiu.

A partir daí o tênis tímido e sem brilho voltou.

“Criei muitas oportunidades fazendo ele jogar — no fundo da quadra fui muito mais sólido do que ele no segundo set. Nos break points, precisava ir atrás da bola. Se errasse, errava, mas precisava querer ir”, analisou o número 28 do mundo.

+Clay  Matteo Berrettini, o renascido: “Achei que não conseguiria voltar, e por isso hoje fiquei emocionado”

“Sinto que tenho jogado bem, então crio expectativas para mim mesmo… Quero acreditar que posso bater esses jogadores. Algo que preciso conversar direito com a equipe: como abordar essas partidas de forma muito melhor.”

Os pontos positivos?

“Foi um torneio muito bom. Poder jogar neste estádio… Além disso, durar quatro sets — o que antes me custava muito — significa que tenho trabalhado muito bem meu condicionamento físico de novo. A temporada asiática está chegando, que foi bem para mim no ano passado, e gostaria de manter esse embalo. E o mais importante está chegando: a Copa Davis. Voltar para casa e me preparar no saibro — temos que dar tudo como equipe”, concluiu o chileno.

Você gosta da CLAY? Apoie-nos no Ko-fi e nos siga no Instagram, X (Twitter) e Facebook.

[ CLAY se lee de forma gratuita. Pero si puedes, por favor haznos un aporte aquí para poder seguir contándote las grandes #HistoriasDeTenis por el mundo. Es muy fácil y rápido. ¡Gracias! ]​

Etiquetas:

Leave A Comment

As melhores histórias na sua caixa de entrada

© 2024 Copyrights by Clay Tennis. All Rights Reserved.