LONDRES — Com “muito coração”, Novak Djokovic sobreviveu. Aos 39 anos, está em mais uma semifinal de Wimbledon após bater o canadense Félix Auger-Aliassime.
“Esta foi uma das melhores partidas da minha carreira nesta quadra. São essas partidas que ficam na memória”, disse o sérvio em sua entrevista em quadra após derrotar Aliassime num duelo dramático, por 7-6 (12-10), 3-6, 6-3, 6-7 (4-7) e 7-6 (10-4).
Foi, de fato, a primeira vez que Djokovic teve que decidir uma partida no super tie-break do quinto set.
“Cada um de nós mostrou seu melhor tênis no super tie-break. Estou feliz, mas vamos ser breves porque não tenho mais energia”, disse.
O entrevistador começou a recitar seus recordes, até que Djokovic o interrompeu: “Sim, mais uma semifinal para mim. Vou olhar todos os meus números quando me aposentar. Agora, preciso me recuperar porque ainda é trabalho para mim.”
Eis os números pelos quais Djokovic ainda não se interessa:
A partida de sexta-feira contra Jannik Sinner será sua 55ª semifinal de Grand Slam.
Ele agora acumula 17 aparições em semifinais de Wimbledon.
A partida contra Carlos Alcaraz na final de Wimbledon 2023 permanece como a única partida que Djokovic perdeu após ceder o primeiro set no All England Club.
Pela oitava vez consecutiva ele pisará na Centre Court para jogar por uma vaga na final. Ele detém o recorde de todos os tempos.





