CAP CANA, República Dominicana — Tênis no paraíso. No coração do Caribe, o circuito chegou para ficar — e trouxe consigo algo muito especial.
Cap Cana Ciudad Destino conquistou o circuito. Um novo torneio lançado em 2025, a Copa Cap Cana, surgiu como uma parada relaxante num calendário sempre exigente, seduzindo jogadores e suas famílias — assim como fãs de um esporte que nunca para — com uma oferta diferente de tudo o que existe no circuito.
Entre os Masters 1000 de Indian Wells e Miami, há agora um evento incrivelmente atrativo no calendário. Um torneio que oferece aos jogadores comodidades inimagináveis em qualquer outro evento do circuito: hospedagem em resorts cinco estrelas, gastronomia de alto nível e quartos com vista para o mar turquesa a poucos minutos da quadra. All-inclusive, é claro.

“Tudo aqui é pensado para que o jogador possa desfrutar. A coisa mais triste para um atleta é ir a um lugar onde não há nada para aproveitar fora do tênis, fora do trabalho. Aqui é exatamente o oposto”, conta Jorge Subero Medina, presidente executivo de Cap Cana, à CLAY.
“O objetivo é que o jogador sinta que não está apenas em mais uma cidade — que se sinta em casa, que aproveite o Caribe, as praias, a República Dominicana, e que volte outra vez com a família para vivenciar tudo o que temos a oferecer”, acrescenta.
O tempo livre aqui não é para ficar dentro de casa. Cap Cana tem uma lista longa e variada de atividades para quem quer aproveitá-lo. O golfe é um dos favoritos.
Jack Nicklaus, o golfista mais bem-sucedido da história, projetou um campo em Cap Cana tão especial que jogá-lo parece estar dentro de um videogame.
Punta Espada abriu em 2006 e rapidamente figurou entre os melhores do mundo: a GolfWeek o nomeou o “Melhor Campo de Golfe do Caribe e México”, e o Golf Digest o colocou em 35º lugar no ranking global.

O campo de 18 holes, com oito deles à beira-mar, entre palmeiras e bunkers, é irresistível: o golfe tem vários tenistas obcecados, que o veem como uma válvula de escape da pressão constante do circuito, e também como uma atividade que aguça a mente.
“Penso nele como terapia, porque no fundo te libera do estresse do tênis e te deixa pensar em outra coisa — mesmo que você ainda esteja competindo. O golfe, mesmo quando jogado casualmente, exige força mental”, disse o mexicano Santiago González à CLAY.
González lançou uma ideia que bem poderia se tornar realidade em Cap Cana: “Deveria haver um torneio para tenistas que jogam golfe.” Se não no espetacular campo de Punta Espada, poderia acontecer em Las Iguanas, o outro campo projetado por Nicklaus que se tornou um favorito na região.
Subero explica que Cap Cana está crescendo de forma sustentável, e isso se reflete na variedade de atividades disponíveis para jogadores e visitantes.
“Os jogadores têm acesso a parques temáticos, um eco-parque de aventura (Scape Park) e o parque aquático El Dorado. Também podem visitar áreas equestres — há futebol, padel. Tornou-se um ambiente esportivo verdadeiramente completo”, diz.
A pesca esportiva é outro destaque: iates partem da Marina de Cap Cana em busca de cardumes de marlim branco e azul. “Detemos o recorde de captura e soltura de marlim no Oceano Atlântico.”

A razão por trás desse fenômeno está na biologia da região: as águas ao largo de Punta Cana servem como área de desova do marlim azul, o que garante uma presença constante de exemplares jovens na zona. Essa combinação — abundância e renovação — explica por que Cap Cana se tornou um dos destinos de pesca de marlim mais produtivos do mundo.
A organização da Copa Cap Cana pensa grande. Querem tornar a experiência mais memorável a cada ano. Uma festa ao pôr do sol para os jogadores a bordo de um catamarã? Tudo é possível.
“Os jogadores que vieram em 2025 notaram mudanças positivas este ano: melhor organização, melhorias nas quadras e um player’s lounge mais confortável e animado”, explica Subero.
As quadras do Cap Cana Racquet Village são idênticas às do Miami Open, tornando-as a preparação perfeita para o segundo Masters 1000 do ano.
Basta perguntar a Jakub Menšík, que foi eliminado precocemente em Indian Wells em 2025. O tcheco viajou a Cap Cana para encontrar seu ritmo e confiança, chegando às semifinais. Sua campanha na República Dominicana se mostrou fundamental: dias depois em Miami, ele venceu Novak Djokovic na final.
Cap Cana não é mais apenas um destino de férias. O empreendimento, conhecido há muito tempo por seus resorts all-inclusive e sua oferta de pesca esportiva, expandiu sua proposta em direção a um modelo de moradia permanente. Uma escola com mais de 400 crianças de 27 nacionalidades diferentes é hoje um dos sinais mais claros dessa transformação.
“Temos supermercados integrados, escritórios, centros comerciais. Não se trata apenas de vir a um all-inclusive e nunca sair: aqui você pode morar, conviver com o povo dominicano e fazer parte do estilo de vida”, explica Subero.
Por trás dessa ambição há um argumento geográfico. A República Dominicana está a duas horas de Miami, quatro de Nova York e oito da Europa — uma proximidade que Subero identifica como uma vantagem concreta sobre outros destinos caribenhos.
E se os tenistas escolhessem Cap Cana como base de operações? A ideia fascina Subero.
“A visão é que pudessem até vir morar aqui. A República Dominicana tem uma vantagem: a conectividade […] O que as pessoas buscam hoje é qualidade de vida, e Cap Cana oferece a infraestrutura para isso”, diz.
Subero insiste no convite aos protagonistas do circuito. Quando chegar o momento de se inscrever nos torneios de março de 2027, ele pede que não hesitem e coloquem o nome no República Dominicana Open. Garante que Cap Cana lhes proporcionará uma semana fascinante: “Você pode competir e se divertir ao mesmo tempo.”
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