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Tsitsipas se explica depois da entrevista para a CLAY: “Eu gosto, sim, de jogar na América do Sul”

Stefanos Tsitsipas
Stefanos Tsitsipas dijo que no juega en Sudamérica porque financieramente no le ofrecen lo suficiente
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Stefanos Tsitsipas explicou melhor o que disse, depois da repercussão da entrevista que deu para a revista CLAY, publicada na terça-feira passada.

“Eu adoro jogar na América do Sul. A paixão dos fãs de lá é especial e eu tenho o maior respeito pelos torneios e pela cultura do tênis naquela região. Meus comentários jamais foram uma reclamação e nunca tiveram a intenção de ser uma crítica”, escreveu o grego em seus stories do Instagram.

O ex-número 3 do mundo havia revelado anteriormente o motivo pelo qual nunca disputou os torneios sul-americanos no saibro.

“A América do Sul nunca me ofereceu uma proposta boa o suficiente para que eu a considerasse seriamente. O Oriente Médio sempre foi muito melhor em termos de cachês. Os torneios europeus também oferecem grandes incentivos financeiros. Isso faz muita diferença” disse Tsitsipas à revista CLAY após sua eliminação no Aberto da Austrália.

Tsitsipas acrescentou: “Todos os tenistas escolhem os torneios com base nos cachês. É assim que o tênis funciona.”

 

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Em declarações feitas nesta segunda-feira em Indian Wells, o tenista de 27 anos procurou explicar melhor a sua posição.

“Os jogadores, além dos prêmios em dinheiro, têm maneiras bem limitadas de sustentar financeiramente suas carreiras. A realidade é que os torneios ATP 250 e ATP 500 são, muitas vezes, as únicas oportunidades em que existem cachês”, disse o tricampeão do Masters de Monte Carlo.

“Por esse motivo, algumas vezes as decisões sobre o calendário acabam sendo influenciadas por esses fatores. E isso não é algo exclusivo meu. É um padrão comum entre muitos jogadores, principalmente aqueles que competem no mais alto nível”, disse Tsitsipas. Ele já ganhou quase US$ 37 milhões em premiações oficiais.

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“Eu estava explicando uma situação que é bem comum no tênis profissional, sem expressar nenhuma opinião negativa sobre nenhum país ou torneio.”

“Tenho muito respeito por todos os lugares onde jogo e espero poder jogar em várias outros lugares do mundo no futuro”, acrescentou, deixando em aberto a possibilidade de competir em Buenos Aires, Rio de Janeiro ou Santiago — torneios que funcionam com orçamentos menores em comparação com os eventos de fevereiro na Europa, Oriente Médio ou Estados Unidos.

Tsitsipas apareceu fora do top 40 nesta segunda-feira pela primeira vez desde 2018. Agora número 43 do mundo, ele sofreu uma queda significativa após perder na primeira rodada do ATP 500 em Dubai, torneio que havia vencido em 2025.

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